30 de janeiro: o dia da saudade e o direito de sentir

  • 30/01/2026
(Foto: Reprodução)
Por Paula Goulart Especialista em Luto | CEO da Salvatore Janeiro é conhecido como o mês dos recomeços. Um novo ano, novos planos, novas expectativas. Mas, para muitas pessoas, janeiro também é o mês em que a saudade se torna mais presente. É nesse contexto que o Dia da Saudade, celebrado em 30 de janeiro, nos convida a algo essencial: reconhecer a ausência, honrar as memórias e respeitar o tempo do luto. Como especialista em luto e Ceo da Salvatore, acompanho diariamente pessoas e famílias que aprendem, pouco a pouco, a conviver com a falta de quem amam. A saudade não é fraqueza, não é apego excessivo e muito menos algo que precisa ser “superado”. Ela é, na verdade, a continuação do amor quando a presença física já não é possível. O luto não tem prazo, não segue regras e não acontece da mesma forma para todos. Cada pessoa vive a dor de acordo com sua história, seus vínculos e sua forma de sentir o mundo. A saudade surge em ondas: às vezes silenciosa, às vezes intensa, às vezes acompanhada de lembranças que confortam, outras vezes de um vazio profundo. No mês da saudade, é fundamental reforçar que sentir é permitido. Chorar, lembrar, falar o nome de quem partiu, revisitar memórias e até sorrir ao recordar momentos felizes faz parte de um processo saudável. O que machuca não é a saudade, mas a tentativa de abafá-la ou enfrentá-la sozinho. Por isso, além do cuidado no momento da despedida, a Salvatore acredita no acolhimento contínuo. A Salvatore conta com o grupo de apoio Luto pela Vida, um espaço seguro de escuta, partilha e acolhimento, criado para que pessoas enlutadas não precisem atravessar esse caminho sozinhas. O grupo oferece apoio emocional, troca de experiências e a compreensão de que o luto, quando acolhido, pode ser vivido com mais leveza e respeito. Para nós da Salvatore, humanizar o olhar sobre a morte é, também, humanizar a vida. É reconhecer que por trás de cada despedida existe uma história, um amor e uma saudade que merecem cuidado, tempo e dignidade. Que o Dia da Saudade, em 30 de janeiro, seja mais do que uma data simbólica. Que seja um convite ao acolhimento, à empatia e ao respeito pelas dores que não se veem. Aqui na Salvatore, lembrar é um ato de amor. E permitir-se sentir é um passo essencial no processo de reconstrução emocional. A saudade não desaparece. Ela se transforma. E, com o tempo, aprende a morar no coração de um jeito menos dolorido e mais cheio de significado.

FONTE: https://g1.globo.com/ma/maranhao/especial-publicitario/complexo-salvatore/noticia/2026/01/30/30-de-janeiro-o-dia-da-saudade-e-o-direito-de-sentir.ghtml


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